O País do Gigante
O país do gigante é um local onde metade do tempo está sol, metade do tempo está a chover e metade do tempo está nevoeiro. Nesse país vive o gigante, o menino, cem centopeias, os bonecos amarelos e os bonecos azuis e os bonecos amarelos contam-se entre os seres vivos que o gigante quer exterminar do mundo. O gigante não chega a um consenso quanto à maneira de exterminar os bonecos amarelos, de umas vezes ele prefere fazê-lo de uma maneira, de outras prefere fazê-lo de outra e assim por diante. Ele, o próprio gigante, já contactou o Conselho de Anciãos do seu país, conselho esse constituído pelo próprio e único gigante, mas a divergência mantém-se e também não chega a um consenso e assim os bonecos amarelos vivem em harmonia entre si e são vizinhos dos bonecos azuis que habitam uma aldeia ali próxima.
Uma das vezes, o gigante tentou exterminar os bonecos amarelos baseando-se numa estratégia de trespassar veloz e destrutivamente a aldeia desses bonecos, achatando com o seu peso tudo e todos quanto lhe surgia pela frente mas ao verem a veloz aproximação do gigante, os bonecos amarelos puseram-se em alerta gritando tão alto quanto podiam e se ouviam gritar que vem um gigante a caminho com o objectivo primário de esmigalhar até à exaustão a aldeia dos bonecos amarelos e ao ouvir tal algazarra os bonecos azuis não hesitaram em oferecer ajuda aos bonecos amarelos, interpondo-se entre o gigante e a aldeia vítima. Não se sabe se os bonecos azuis conseguiram impedir a investida do gigante dado que o historiador que narrou esta história morreu antes do seu término.
O gigante mora na casa mais pequena que encontrou porque ele diz que quer morar na casa mais pequena que existe porque só assim consegue as condições ideais de total habitabilidade porque só assim ele acha que sim. O gigante tem muita força e, por isso, conseguiu mover a montanha que tapava a visibilidade plena da casa do menino. O menino nunca se apercebeu da mudança de posição da montanha porque o seu pequeno tamanho não lhe permite observar coisas e outros objectos que são muito maiores do que ele e desta maneira o gigante sabe sempre quando o menino está em casa porque nos momentos em que ele não está, o gigante desloca-se até casa do menino e destrói-a com um murro violento e brutal e, de seguida, esconde-se por trás de um monte grande o suficiente que oculte o seu grande tamanho em posição de espera para que o menino regresse a casa. Quando de volta a casa, o menino vê a sua casa, como todos os dias, destruída e diz A minha casa foi destruída e reconstrói-a. A única razão que faz com que o gigante tenha diariamente esta atitude destrutiva sobre a casa do menino é o facto de ele, o gigante, achar uma graça infindável à frase A minha casa foi destruída, que o faz rir a gargalhadas soltas e sonoras.
De uma centopeia que o gigante viu passaram duas centopeias e o cavalo que atravessa o país do gigante começa a cantar. Mas o gigante não fica amedrontado nem com a música nem com o cavalo. O gigante não sabe que está a ser seguido pelo menino e que o menino traz consigo uma das cem centopeias que guarda carinhosamente no seu quintal onde há cem pequenas casas, uma para cada centopeia e cada uma dessas habitações foi construída individualmente pelas mãos do menino. O gigante sempre teve inveja das centopeias do menino e está constantemente a fazer com que o cavalo que atravessa o país do gigante pare de cantar. Para isso ele precisa de construir um mecanismo que funcione a hidrogénio porque é o hidrogénio que origina a interrupção do funcionamento do cavalo. O menino pega numa centopeia e com ela agride brutalmente a face do gigante. Foi necessário o menino dar um grande salto para contrariar a força da gravidade para que lhe fosse possível, com a centopeia na mão, agredir a face do gigante. A razão deste facto advém de ser o gigante muito mais alto que o menino. O som da centopeia na face do gigante foi FLAP, em que FLA significa o barulho que a centopeia faz enquanto se dobra sobre si criando balanço para o impacto e o P é a letra demonstrativa do som que a centopeia faz ao embater na face do gigante. Sentindo na sua cara a centopeia e vendo qual a origem de tal acto, o gigante permitiu-se açoitar o menino e a centopeia para longe, mas fez mal os cálculos à força necessária e o menino e a centopeia foram lançados para o quintal onde permanecem as outras noventa e nove centopeias. O quintal do menino guarda uma catapulta construída com os mais modernos apetrechos e foi especialmente concebida para lançar centopeias contra o gigante. O menino toca uma flauta que faz reunir as cem centopeias e com a habilidade que lhe é inata, junta-as numa formação específica que facilita a subida de cada uma para a catapulta e uma a uma o gigante é bombardeado pelas centopeias que o vão cobrindo formando uma massa centopaica. No final do lançamento das cem centopeias o menino lança-se ele próprio contra o gigante e irritado com o sucedido, o gigante liberta-se aos safanões das centopeias e do menino. Um dos safanões envia o menino para o outro lado do mundo tombando directamente sobre o Tesouro das Minas do Rei Salomão que é, assim, descoberto e todos os arqueólogos do mundo rumam para lá com o intuito de observar o dito Tesouro.
O Menino fez um Avião de Papel
O menino quer fazer um avião de papel. Para tal, ele necessita de percorrer vários passos, tal como o passo essencial denominado “A busca da folha de papel”. Dá-se então a procura por esse objecto enquanto os carros passam e as pessoas também.
O menino não encontra a folha de papel e, por isso, muda de cor, primeiro fica verde e depois azul. Com a mudança de cor, o menino torna-se mais evoluído a nível auditivo o que o faz ouvir melhor e a maior distância o ruído efectuado pela folha de papel quando esta hesita de movimentos já que a Terra é um planeta cujo eixo vertical sofre uma rotação a cada cerca de vinte e quatro horas. Essa rotação transporta consigo tudo quanto está assente na sua superfície, desde seres vivos até aos objectos inanimados e o único objecto que não é transportado pelo movimento de rotação da Terra é a folha de papel, estando ela posicionada num local específico da crusta terrestre quando a crusta se move o papel fica estático e este movimento e anti-movimento gera um pequeno ruído de fricção que o menino ouve quando se torna azul. Tendo localizado o local exacto onde se encontra a folha de papel, o menino inicia uma viagem através de vales, montanhas, cidades e campos até se tornar chegado ao ponto de localização da folha de papel. Aí, ele pega na folha com as suas mãos e inicia a dobragem da folha em causa, que responde a uma série de regras que são necessárias seguir para que o papel fique capacitado de voar. Tendo em atenção compreendida estas regras, o menino constrói o avião dobrando a folha de papel. Um pormenor aliciante está no facto de o tamanho da folha de papel ser grande o suficiente para conter, quando em voo, o menino e o seu peso. Com o avião construído, o menino empoleira-se nele e, com a ajuda do vento, o veículo inicia o seu voo. Agora o menino e o avião estão separados do solo.
Repentinamente o menino apercebe-se que não colocou comando algum no seu meio de transporte o que proporciona que este ande à deriva, deixando-se levar ao sabor dos ventos e lá vai o menino voando até que o avião aterre e aterrou agora no país das pessoas que falam sozinhas que rapidamente circundam o avião e removem com alguma violência o menino para o exterior do veículo voador dizendo-lhe Você está acusado por ter um processo contra si e arrastam-no até à sala da acusação onde é empurrado para o seu interior. É aqui que as pessoas são formalmente acusadas, já que é aqui que está o juiz que faz a acusação que se dirige ao menino dizendo Você está acusado e será preso no calabouço da nossa cidade até que os factos decidam o contrário. E, de novo, o menino é arrastado por mais alguns metros até ser bruscamente atirado para o interior do calabouço. O calabouço está vazio e cheira a gasolina. A porta do calabouço é violentamente empurrada e fechada, deixando o menino na semi-obscuridade na companhia do cheiro a gasolina. Semi-obscuridade porque apenas existe uma pequena janela para o dia e uma fraquíssima lâmpada para a noite para iluminar aquele ambiente. Do lado exterior do calabouço, um lado que dá para o exterior apenas, alguns soldados romanos que sobraram do tempo das legiões quebram a parede que encerra o menino e este é arrastado, agora pelos soldados romanos para um local que está cheio de pessoas que não são romanas. Aí, o juiz dirige-se ao menino dizendo Você está acusado e será levado para o calabouço da cidade.
Dez ideias sobre uma centopeia que não corre
Ideia 1:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre vem o gigante e o menino corre tão veloz que parece uma onomatopeia.
Ideia 2:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre vem o gigante e come o menino e Polifemo conquista o mundo infantil.
Ideia 3:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre Hércules contra-ataca e marca um golo na própria baliza e o árbitro diz que é falta.
Ideia 4:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre a velocidade de escape necessária para escapar à gravidade da Terra tem de ser aumentada, o que origina toda uma nova fase de cálculos científicos relacionados com o lançamento de satélites e outros veículos espaciais, pois os que existem estão baseados na centopeia enquanto corredora.
Ideia 5:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre o mundo fica cúbico.
Ideia 6:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre fica sem correr.
Ideia 7:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre o menino agride brutalmente o gigante.
Ideia 8:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre todos os habitantes do mundo tornam-se analfabetos.
Ideia 9:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre a economia mundial entra em recessão.
Ideia 10:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre fica pensativa e começa a correr.
O país do gigante é um local onde metade do tempo está sol, metade do tempo está a chover e metade do tempo está nevoeiro. Nesse país vive o gigante, o menino, cem centopeias, os bonecos amarelos e os bonecos azuis e os bonecos amarelos contam-se entre os seres vivos que o gigante quer exterminar do mundo. O gigante não chega a um consenso quanto à maneira de exterminar os bonecos amarelos, de umas vezes ele prefere fazê-lo de uma maneira, de outras prefere fazê-lo de outra e assim por diante. Ele, o próprio gigante, já contactou o Conselho de Anciãos do seu país, conselho esse constituído pelo próprio e único gigante, mas a divergência mantém-se e também não chega a um consenso e assim os bonecos amarelos vivem em harmonia entre si e são vizinhos dos bonecos azuis que habitam uma aldeia ali próxima.
Uma das vezes, o gigante tentou exterminar os bonecos amarelos baseando-se numa estratégia de trespassar veloz e destrutivamente a aldeia desses bonecos, achatando com o seu peso tudo e todos quanto lhe surgia pela frente mas ao verem a veloz aproximação do gigante, os bonecos amarelos puseram-se em alerta gritando tão alto quanto podiam e se ouviam gritar que vem um gigante a caminho com o objectivo primário de esmigalhar até à exaustão a aldeia dos bonecos amarelos e ao ouvir tal algazarra os bonecos azuis não hesitaram em oferecer ajuda aos bonecos amarelos, interpondo-se entre o gigante e a aldeia vítima. Não se sabe se os bonecos azuis conseguiram impedir a investida do gigante dado que o historiador que narrou esta história morreu antes do seu término.
O gigante mora na casa mais pequena que encontrou porque ele diz que quer morar na casa mais pequena que existe porque só assim consegue as condições ideais de total habitabilidade porque só assim ele acha que sim. O gigante tem muita força e, por isso, conseguiu mover a montanha que tapava a visibilidade plena da casa do menino. O menino nunca se apercebeu da mudança de posição da montanha porque o seu pequeno tamanho não lhe permite observar coisas e outros objectos que são muito maiores do que ele e desta maneira o gigante sabe sempre quando o menino está em casa porque nos momentos em que ele não está, o gigante desloca-se até casa do menino e destrói-a com um murro violento e brutal e, de seguida, esconde-se por trás de um monte grande o suficiente que oculte o seu grande tamanho em posição de espera para que o menino regresse a casa. Quando de volta a casa, o menino vê a sua casa, como todos os dias, destruída e diz A minha casa foi destruída e reconstrói-a. A única razão que faz com que o gigante tenha diariamente esta atitude destrutiva sobre a casa do menino é o facto de ele, o gigante, achar uma graça infindável à frase A minha casa foi destruída, que o faz rir a gargalhadas soltas e sonoras.
De uma centopeia que o gigante viu passaram duas centopeias e o cavalo que atravessa o país do gigante começa a cantar. Mas o gigante não fica amedrontado nem com a música nem com o cavalo. O gigante não sabe que está a ser seguido pelo menino e que o menino traz consigo uma das cem centopeias que guarda carinhosamente no seu quintal onde há cem pequenas casas, uma para cada centopeia e cada uma dessas habitações foi construída individualmente pelas mãos do menino. O gigante sempre teve inveja das centopeias do menino e está constantemente a fazer com que o cavalo que atravessa o país do gigante pare de cantar. Para isso ele precisa de construir um mecanismo que funcione a hidrogénio porque é o hidrogénio que origina a interrupção do funcionamento do cavalo. O menino pega numa centopeia e com ela agride brutalmente a face do gigante. Foi necessário o menino dar um grande salto para contrariar a força da gravidade para que lhe fosse possível, com a centopeia na mão, agredir a face do gigante. A razão deste facto advém de ser o gigante muito mais alto que o menino. O som da centopeia na face do gigante foi FLAP, em que FLA significa o barulho que a centopeia faz enquanto se dobra sobre si criando balanço para o impacto e o P é a letra demonstrativa do som que a centopeia faz ao embater na face do gigante. Sentindo na sua cara a centopeia e vendo qual a origem de tal acto, o gigante permitiu-se açoitar o menino e a centopeia para longe, mas fez mal os cálculos à força necessária e o menino e a centopeia foram lançados para o quintal onde permanecem as outras noventa e nove centopeias. O quintal do menino guarda uma catapulta construída com os mais modernos apetrechos e foi especialmente concebida para lançar centopeias contra o gigante. O menino toca uma flauta que faz reunir as cem centopeias e com a habilidade que lhe é inata, junta-as numa formação específica que facilita a subida de cada uma para a catapulta e uma a uma o gigante é bombardeado pelas centopeias que o vão cobrindo formando uma massa centopaica. No final do lançamento das cem centopeias o menino lança-se ele próprio contra o gigante e irritado com o sucedido, o gigante liberta-se aos safanões das centopeias e do menino. Um dos safanões envia o menino para o outro lado do mundo tombando directamente sobre o Tesouro das Minas do Rei Salomão que é, assim, descoberto e todos os arqueólogos do mundo rumam para lá com o intuito de observar o dito Tesouro.
O Menino fez um Avião de Papel
O menino quer fazer um avião de papel. Para tal, ele necessita de percorrer vários passos, tal como o passo essencial denominado “A busca da folha de papel”. Dá-se então a procura por esse objecto enquanto os carros passam e as pessoas também.
O menino não encontra a folha de papel e, por isso, muda de cor, primeiro fica verde e depois azul. Com a mudança de cor, o menino torna-se mais evoluído a nível auditivo o que o faz ouvir melhor e a maior distância o ruído efectuado pela folha de papel quando esta hesita de movimentos já que a Terra é um planeta cujo eixo vertical sofre uma rotação a cada cerca de vinte e quatro horas. Essa rotação transporta consigo tudo quanto está assente na sua superfície, desde seres vivos até aos objectos inanimados e o único objecto que não é transportado pelo movimento de rotação da Terra é a folha de papel, estando ela posicionada num local específico da crusta terrestre quando a crusta se move o papel fica estático e este movimento e anti-movimento gera um pequeno ruído de fricção que o menino ouve quando se torna azul. Tendo localizado o local exacto onde se encontra a folha de papel, o menino inicia uma viagem através de vales, montanhas, cidades e campos até se tornar chegado ao ponto de localização da folha de papel. Aí, ele pega na folha com as suas mãos e inicia a dobragem da folha em causa, que responde a uma série de regras que são necessárias seguir para que o papel fique capacitado de voar. Tendo em atenção compreendida estas regras, o menino constrói o avião dobrando a folha de papel. Um pormenor aliciante está no facto de o tamanho da folha de papel ser grande o suficiente para conter, quando em voo, o menino e o seu peso. Com o avião construído, o menino empoleira-se nele e, com a ajuda do vento, o veículo inicia o seu voo. Agora o menino e o avião estão separados do solo.
Repentinamente o menino apercebe-se que não colocou comando algum no seu meio de transporte o que proporciona que este ande à deriva, deixando-se levar ao sabor dos ventos e lá vai o menino voando até que o avião aterre e aterrou agora no país das pessoas que falam sozinhas que rapidamente circundam o avião e removem com alguma violência o menino para o exterior do veículo voador dizendo-lhe Você está acusado por ter um processo contra si e arrastam-no até à sala da acusação onde é empurrado para o seu interior. É aqui que as pessoas são formalmente acusadas, já que é aqui que está o juiz que faz a acusação que se dirige ao menino dizendo Você está acusado e será preso no calabouço da nossa cidade até que os factos decidam o contrário. E, de novo, o menino é arrastado por mais alguns metros até ser bruscamente atirado para o interior do calabouço. O calabouço está vazio e cheira a gasolina. A porta do calabouço é violentamente empurrada e fechada, deixando o menino na semi-obscuridade na companhia do cheiro a gasolina. Semi-obscuridade porque apenas existe uma pequena janela para o dia e uma fraquíssima lâmpada para a noite para iluminar aquele ambiente. Do lado exterior do calabouço, um lado que dá para o exterior apenas, alguns soldados romanos que sobraram do tempo das legiões quebram a parede que encerra o menino e este é arrastado, agora pelos soldados romanos para um local que está cheio de pessoas que não são romanas. Aí, o juiz dirige-se ao menino dizendo Você está acusado e será levado para o calabouço da cidade.
Dez ideias sobre uma centopeia que não corre
Ideia 1:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre vem o gigante e o menino corre tão veloz que parece uma onomatopeia.
Ideia 2:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre vem o gigante e come o menino e Polifemo conquista o mundo infantil.
Ideia 3:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre Hércules contra-ataca e marca um golo na própria baliza e o árbitro diz que é falta.
Ideia 4:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre a velocidade de escape necessária para escapar à gravidade da Terra tem de ser aumentada, o que origina toda uma nova fase de cálculos científicos relacionados com o lançamento de satélites e outros veículos espaciais, pois os que existem estão baseados na centopeia enquanto corredora.
Ideia 5:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre o mundo fica cúbico.
Ideia 6:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre fica sem correr.
Ideia 7:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre o menino agride brutalmente o gigante.
Ideia 8:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre todos os habitantes do mundo tornam-se analfabetos.
Ideia 9:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre a economia mundial entra em recessão.
Ideia 10:
A centopeia quando corre faz muito barulho mas quando não corre fica pensativa e começa a correr.
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