O Homem Que Gosta De Ver é um homem que todos os dias sem excepção de nenhum transporta a sua cadeira de estimação, aquela de que tanto gosta, para a porta de entrada do seu prédio onde, no hall de apresentação e penetração do e no mesmo se coloca em posição sentada sobre o assento que tanto lhe apraz. Para aí logo de manhã ao alvorecer do dia, ele dirige-se ainda mal acordado do sono nocturno, um sono que normalmente não o descansa mas que apenas o adormece afastando-o umas horas do mundo do planeta Terra. Os restos e as sobras do sono vão-se dissipando ao longo do dia, porventura levados para longe mas não muito porque à noite está de volta ao ponto donde partira.
Virado de olhos de frente para o vidro transparente emoldurado pela porta de alumínio que barra o caminho a estranhos ao edifício, o Homem Que Gosta De Ver começa por ver as primeiras agitações e alterações provocados pelo raiar de um novo dia. Algumas pessoas, umas ensonadas outras nem tanto, convergem para os seus empregos e os primeiros autocarros pós-madrugadores guiados por motoristas melancólicos que conhecem os passageiros pelo nome e de alguns até lhes sabem as vidas. O primeiro dos seus vizinhos do prédio extrai-se do apartamento que habita livrando-se de um Bom dia vizinho, respondendo-lhe o Homem Que Gosta de Ver com um igualmente Bom dia vizinho, que raramente atinge na sua totalidade o vizinho em causa, pois este costuma desaparecer do cenário constituído pelo hall com a pressa que lhe é acelerada pelo relógio que lhe indica estar já atrasado para a hora de entrada no seu emprego, estando esta a aproximar-se velozmente numa velocidade dependente do atraso que este vizinho transporta consigo no dia em questão. Ora, este atraso não é bem um atraso. Soube o Homem Que Gosta De Ver que este vizinho, o Vizinho Bom Dia, se atrasou de forma cruel num dos dias transactos, tanto que lhe foi tirada das mãos uma importante tarefa que lhe tinha sido delegada, tendo esta sido entregue ao seu colega de escritório que ansiava por um momento desses porque é grande a rivalidade entre os dois e foi este facto mais do que suficiente para se criarem quezílias impróprias entre os dois convivas de escritório que já de si nunca foram de melhores relações. Foi facilmente notado desse dia em diante que o Vizinho Bom Dia não só iniciou o seu percurso para o emprego a uma hora anterior à do uso corrente de então, como também se faz movimentar pelo espaço de forma mais veloz, tentando desta maneira que nada mais no que diz respeito a tarefas lhe seja omitida ou retirada porque, além de não desejar ser alvo de despedimento da empresa onde exerce funções, propôs-se também a, por um lado, recuperar a sua reputação que foi abalada no interior do dito estabelecimento de rendimento financeiro e, por outro, ultrapassar e até arruinar a importância que o seu colega de escritório obteve com a tarefa que lhe pertencia de origem. É por isto que quando o Homem Que Gosta De Ver retribui o bom dia vizinho ao Vizinho Bom Dia, este último só se acha de ouvidos presentes na primeira metade da frase, sendo a segunda das metades obliterada pela acelerada saída de cena do destinatário, perdendo-se essa mesma metade num hall já vazio de pessoas a quem desejar os bons dias, excepção feita, claro, para o Homem Que Gosta De Ver, mantendo-se esse no seu posto usual e habitualmente corriqueiro de todos os dias e sem necessidade de se cumprimentar com um bom dia a si próprio.
Entre o Vizinho Bom Dia e o Vizinho Seguinte passam-se sempre longos minutos, primeiro porque a hora de entrada de ambos nos respectivos locais de trabalho é separada por um intervalo temporal apreciável e, segundo, porque o Vizinho Bom Dia faz-se percursar em direcção ao emprego muito mais cedo do que lhe convém pelas razões já enunciadas. O Vizinho Seguinte tem o costumeiro hábito de se fazer alimentar logo pela manhã por uma genial posta de peixe frito, cujo acompanhamento varia de dia para dia, indo desde cenouras ou pepinos acompanhados por rodelas de tomate, até aos donuts açucarados. Por isso, não pelos acompanhamentos mas pelo peixe ou, para ser mais rigoroso, pelo característico e forte odor deste, o vizinho em causa tresanda de aroma pisciforme, motivo repelentório para que os narizes abordados sejam reactivos enviando para o cérebro o vulgar “cheira a peixe frito”. Deste, o Homem Que Gosta de Ver quer livrar-se da maneira mais breve possível, posto que é de características fáceis seguir ou perseguir o rasto aromático largado pelo Vizinho Seguinte transportando o referido cheiro já dentro de si e permanecendo este no hall ainda depois do seu dono se haver libertado do prédio que o envolve habitacionalmente.
Ainda mal largado o cheiro piscívoro no espaço quadridimensional do hall, tomando a nota que as quatro dimensões em presença são a largura, a altura, a profundidade e o tempo, surge já, atravessando cada uma destas pela mais curta recta que une a porta de saída do elevador à porta de saída do prédio, o vizinho que se segue na ordem de aparição em público. Este, o Vizinho Ausente, passa uma boa parte das cerca de vinte e quatro horas do dia no exterior do apartamento que lhe serve de abrigo. Sai cedo pela manhã e só regressa quando a noite cerrada se fez anunciar há já largas horas. Consigo transporta sempre um dossier que serve de arquivo a mais folhas de papel do que as que deveria comportar e tantas são elas que essa mesma pasta adquiriu já um formato especial criado pela demasia excessiva da quantidade desmedida de papel albergado no seu interior.
Fazendo-se esquivar do modo mais transparente possível devido à sua extrema timidez e falta de à vontade originada pela sua insegurança quando em permanência com outros seres humanos, surge o Vizinho Tímido quase de seguida ao Vizinho Ausente. Dir-se-ia mesmo que estando um a atravessar o hall de entrada do prédio já o outro se faz abandonar do seu apartamento situado um certo número de andares acima do rés-do-chão. Calhou um dia, um dos únicos em que o Homem Que Gosta De Ver se ausentou do seu lugar, seguir o Vizinho Tímido enquanto este se movimentava pela cidade, tendo como objectivo o saber mais a seu respeito. Nessa perseguição em busca de conhecimento, descobriu o Homem Que Gosta De Ver que o Vizinho Tímido se faz mover para o local que menos completo de pessoas se apresenta e percorre sempre as ruas cujas densidades populacionais sejam as menores nem que para isso tenha que se findar por um percurso desguarnecido de sentido assinalado como prático ou rápido. É constante a sua espera pelo autocarro que se mostre menos adornado de clientes nem que permaneça longuíssimos minutos em ausência de actividade produtiva mantendo-se especado em espera pelo transporte que mais lhe agrade do ponto de vista da ausência populacional do seu interior. Por via deste seu comportamento fugidio, o Vizinho Tímido vê-se na necessidade de se extrair de sua casa muito mais cedo do que seria de calcular já que uma boa parte do tempo que o faz demorar entre o seu abrigo habitacional e o seu lugar de possessão profissional é gasto na dispersão por locais ou por autocarros pouco completos de pessoas.
Com o dia um pouco mais aberto do que estava uns minutos antes, escusando-me de comentar que a madrugada se posiciona a um maior afastamento, surge perante a vista e a audição o Vizinho Que Fala Alto. O tom normal da sua voz aproxima-se de uma envergonhada gritaria e é de salientar o virtuoso eco que se cria no interior deste paralelepípedo habitacional quando as falas ostensivamente alargantes no que respeita à intensidade sonora se soltam do mecanismo de expressão vocal que se exibe envolto pelo Vizinho Que Fala Alto. Demonstrações de convívio entre vários indivíduos da espécie humana, revelaram o notório intervalo espacial que se abre à existência entre o dito vizinho e os restantes participantes na conversa pois torna-se desnecessário a aproximação do ponto de emissão de voz quando o Vizinho Que Fala Alto é detentor da posição de emissor, partilhando assim as suas ideias com quem de canais auditivos é possuidor, estando o receptor em questão razoavelmente perto ou já afastado do emissor, entendendo-se o razoavelmente perto por uma distância que alberga uma vasta quantidade de decímetros até uns poucos de metros.
Sentindo-se na necessidade de averiguar sobre a totalidade dos vizinhos que se tornaram de morada confirmada no edifício que tenho vindo a ter como cenário, o Homem Que Gosta De Ver iniciou-se numa actividade tida por alguns como depravada já que esta é sustentada pelo analisar visual e sem ser visto das várias tarefas e acções levadas a efeito por cada um dos vizinhos quando no interior do apartamento habitacional em que lhes compete viver. Serve-se de um intrincado sistema de minúsculas câmaras colocadas inacessivelmente nos vários locais destinados à habitação que existem neste seu prédio, estando essas câmaras conectadas a uma central construída numa das assoalhadas da casa do Homem Que Gosta De Ver, permitindo-lhe observar toda e qualquer acção ou actividade que cada um dos seus vizinhos desempenha nas suas vidas diárias, nada escapando aos olhos da vigilância. Quando, ao cair da noite, o Homem Que Gosta De Ver abandona o seu lugar no hall, recolhe-se no seu apartamento para observar o rescaldo do dia dos vizinhos, já que tudo é gravado e armazenado num arquivo para posterior visionamento. O Homem Que Gosta De Ver guarda também um registo cuidadoso e preciso no qual são documentadas as actividades ou as acções que são realizadas por cada uma das pessoas que, com ele, partilha o mesmo edifício. Aí, não só se assinala o tipo de actividade como também a hora a que esta é realizada. São informações que obtém através da extensão dos seus olhos que culmina nas câmaras. Para melhorar a qualidade das observações que executa, foram distribuídos por cada um dos apartamentos vários microfones de invisibilidade quase perfeita para que se torne possível gravar e ouvir as conversas debatidas a coberto do lar de cada um dos vizinhos.
Virado de olhos de frente para o vidro transparente emoldurado pela porta de alumínio que barra o caminho a estranhos ao edifício, o Homem Que Gosta De Ver começa por ver as primeiras agitações e alterações provocados pelo raiar de um novo dia. Algumas pessoas, umas ensonadas outras nem tanto, convergem para os seus empregos e os primeiros autocarros pós-madrugadores guiados por motoristas melancólicos que conhecem os passageiros pelo nome e de alguns até lhes sabem as vidas. O primeiro dos seus vizinhos do prédio extrai-se do apartamento que habita livrando-se de um Bom dia vizinho, respondendo-lhe o Homem Que Gosta de Ver com um igualmente Bom dia vizinho, que raramente atinge na sua totalidade o vizinho em causa, pois este costuma desaparecer do cenário constituído pelo hall com a pressa que lhe é acelerada pelo relógio que lhe indica estar já atrasado para a hora de entrada no seu emprego, estando esta a aproximar-se velozmente numa velocidade dependente do atraso que este vizinho transporta consigo no dia em questão. Ora, este atraso não é bem um atraso. Soube o Homem Que Gosta De Ver que este vizinho, o Vizinho Bom Dia, se atrasou de forma cruel num dos dias transactos, tanto que lhe foi tirada das mãos uma importante tarefa que lhe tinha sido delegada, tendo esta sido entregue ao seu colega de escritório que ansiava por um momento desses porque é grande a rivalidade entre os dois e foi este facto mais do que suficiente para se criarem quezílias impróprias entre os dois convivas de escritório que já de si nunca foram de melhores relações. Foi facilmente notado desse dia em diante que o Vizinho Bom Dia não só iniciou o seu percurso para o emprego a uma hora anterior à do uso corrente de então, como também se faz movimentar pelo espaço de forma mais veloz, tentando desta maneira que nada mais no que diz respeito a tarefas lhe seja omitida ou retirada porque, além de não desejar ser alvo de despedimento da empresa onde exerce funções, propôs-se também a, por um lado, recuperar a sua reputação que foi abalada no interior do dito estabelecimento de rendimento financeiro e, por outro, ultrapassar e até arruinar a importância que o seu colega de escritório obteve com a tarefa que lhe pertencia de origem. É por isto que quando o Homem Que Gosta De Ver retribui o bom dia vizinho ao Vizinho Bom Dia, este último só se acha de ouvidos presentes na primeira metade da frase, sendo a segunda das metades obliterada pela acelerada saída de cena do destinatário, perdendo-se essa mesma metade num hall já vazio de pessoas a quem desejar os bons dias, excepção feita, claro, para o Homem Que Gosta De Ver, mantendo-se esse no seu posto usual e habitualmente corriqueiro de todos os dias e sem necessidade de se cumprimentar com um bom dia a si próprio.
Entre o Vizinho Bom Dia e o Vizinho Seguinte passam-se sempre longos minutos, primeiro porque a hora de entrada de ambos nos respectivos locais de trabalho é separada por um intervalo temporal apreciável e, segundo, porque o Vizinho Bom Dia faz-se percursar em direcção ao emprego muito mais cedo do que lhe convém pelas razões já enunciadas. O Vizinho Seguinte tem o costumeiro hábito de se fazer alimentar logo pela manhã por uma genial posta de peixe frito, cujo acompanhamento varia de dia para dia, indo desde cenouras ou pepinos acompanhados por rodelas de tomate, até aos donuts açucarados. Por isso, não pelos acompanhamentos mas pelo peixe ou, para ser mais rigoroso, pelo característico e forte odor deste, o vizinho em causa tresanda de aroma pisciforme, motivo repelentório para que os narizes abordados sejam reactivos enviando para o cérebro o vulgar “cheira a peixe frito”. Deste, o Homem Que Gosta de Ver quer livrar-se da maneira mais breve possível, posto que é de características fáceis seguir ou perseguir o rasto aromático largado pelo Vizinho Seguinte transportando o referido cheiro já dentro de si e permanecendo este no hall ainda depois do seu dono se haver libertado do prédio que o envolve habitacionalmente.
Ainda mal largado o cheiro piscívoro no espaço quadridimensional do hall, tomando a nota que as quatro dimensões em presença são a largura, a altura, a profundidade e o tempo, surge já, atravessando cada uma destas pela mais curta recta que une a porta de saída do elevador à porta de saída do prédio, o vizinho que se segue na ordem de aparição em público. Este, o Vizinho Ausente, passa uma boa parte das cerca de vinte e quatro horas do dia no exterior do apartamento que lhe serve de abrigo. Sai cedo pela manhã e só regressa quando a noite cerrada se fez anunciar há já largas horas. Consigo transporta sempre um dossier que serve de arquivo a mais folhas de papel do que as que deveria comportar e tantas são elas que essa mesma pasta adquiriu já um formato especial criado pela demasia excessiva da quantidade desmedida de papel albergado no seu interior.
Fazendo-se esquivar do modo mais transparente possível devido à sua extrema timidez e falta de à vontade originada pela sua insegurança quando em permanência com outros seres humanos, surge o Vizinho Tímido quase de seguida ao Vizinho Ausente. Dir-se-ia mesmo que estando um a atravessar o hall de entrada do prédio já o outro se faz abandonar do seu apartamento situado um certo número de andares acima do rés-do-chão. Calhou um dia, um dos únicos em que o Homem Que Gosta De Ver se ausentou do seu lugar, seguir o Vizinho Tímido enquanto este se movimentava pela cidade, tendo como objectivo o saber mais a seu respeito. Nessa perseguição em busca de conhecimento, descobriu o Homem Que Gosta De Ver que o Vizinho Tímido se faz mover para o local que menos completo de pessoas se apresenta e percorre sempre as ruas cujas densidades populacionais sejam as menores nem que para isso tenha que se findar por um percurso desguarnecido de sentido assinalado como prático ou rápido. É constante a sua espera pelo autocarro que se mostre menos adornado de clientes nem que permaneça longuíssimos minutos em ausência de actividade produtiva mantendo-se especado em espera pelo transporte que mais lhe agrade do ponto de vista da ausência populacional do seu interior. Por via deste seu comportamento fugidio, o Vizinho Tímido vê-se na necessidade de se extrair de sua casa muito mais cedo do que seria de calcular já que uma boa parte do tempo que o faz demorar entre o seu abrigo habitacional e o seu lugar de possessão profissional é gasto na dispersão por locais ou por autocarros pouco completos de pessoas.
Com o dia um pouco mais aberto do que estava uns minutos antes, escusando-me de comentar que a madrugada se posiciona a um maior afastamento, surge perante a vista e a audição o Vizinho Que Fala Alto. O tom normal da sua voz aproxima-se de uma envergonhada gritaria e é de salientar o virtuoso eco que se cria no interior deste paralelepípedo habitacional quando as falas ostensivamente alargantes no que respeita à intensidade sonora se soltam do mecanismo de expressão vocal que se exibe envolto pelo Vizinho Que Fala Alto. Demonstrações de convívio entre vários indivíduos da espécie humana, revelaram o notório intervalo espacial que se abre à existência entre o dito vizinho e os restantes participantes na conversa pois torna-se desnecessário a aproximação do ponto de emissão de voz quando o Vizinho Que Fala Alto é detentor da posição de emissor, partilhando assim as suas ideias com quem de canais auditivos é possuidor, estando o receptor em questão razoavelmente perto ou já afastado do emissor, entendendo-se o razoavelmente perto por uma distância que alberga uma vasta quantidade de decímetros até uns poucos de metros.
Sentindo-se na necessidade de averiguar sobre a totalidade dos vizinhos que se tornaram de morada confirmada no edifício que tenho vindo a ter como cenário, o Homem Que Gosta De Ver iniciou-se numa actividade tida por alguns como depravada já que esta é sustentada pelo analisar visual e sem ser visto das várias tarefas e acções levadas a efeito por cada um dos vizinhos quando no interior do apartamento habitacional em que lhes compete viver. Serve-se de um intrincado sistema de minúsculas câmaras colocadas inacessivelmente nos vários locais destinados à habitação que existem neste seu prédio, estando essas câmaras conectadas a uma central construída numa das assoalhadas da casa do Homem Que Gosta De Ver, permitindo-lhe observar toda e qualquer acção ou actividade que cada um dos seus vizinhos desempenha nas suas vidas diárias, nada escapando aos olhos da vigilância. Quando, ao cair da noite, o Homem Que Gosta De Ver abandona o seu lugar no hall, recolhe-se no seu apartamento para observar o rescaldo do dia dos vizinhos, já que tudo é gravado e armazenado num arquivo para posterior visionamento. O Homem Que Gosta De Ver guarda também um registo cuidadoso e preciso no qual são documentadas as actividades ou as acções que são realizadas por cada uma das pessoas que, com ele, partilha o mesmo edifício. Aí, não só se assinala o tipo de actividade como também a hora a que esta é realizada. São informações que obtém através da extensão dos seus olhos que culmina nas câmaras. Para melhorar a qualidade das observações que executa, foram distribuídos por cada um dos apartamentos vários microfones de invisibilidade quase perfeita para que se torne possível gravar e ouvir as conversas debatidas a coberto do lar de cada um dos vizinhos.
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